terça-feira, 22 de maio de 2012
Ação Coletiva ingressada pelo SINTE/SC
Assessoria Jurídica Ingressa com
Ação Coletiva para Assegurar a Nomeação dos
Candidatos
Aprovados nos
Concursos do Magistério Estadual de 2004 e 2005
Florianópolis, 22 de
maio de 2012.
Prezados
Companheiros do Magistério Público Estadual,
Conforme indicação da Diretoria
Executiva do SINTE/SC, a Assessoria
Jurídica do SINTE/SC (CRISTÓVAM &
PALMEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS) vem a público prestar informações acerca
da Ação Coletiva ingressada pelo SINTE/SC (Autos
n. 023.12.026454-7), em favor dos membros do Magistério
Estadual que participaram dos Concursos Públicos lançados em 2004 e 2005,
visando a nomeação dos candidatos aprovados, uma vez que vários não foram
chamados, ainda que aprovados dentro do número de vagas prevista pelos
respectivos editais – Edital n. 066/2004 (Professores de Ensino Fundamental e
Médio) e Edital n. 012/2005 (Assistentes de Educação e Assistentes Técnicos
Pedagógicos).
No caso do Edital n. 066/2004 (Professores de Ensino Fundamental e
Médio), quando da
divulgação do concurso, havia a previsão de vagas para inúmeras disciplinas,
distribuídas pelas Gerências Regionais de Educação (GEREDs), conforme o Quadro
de Vagas (Anexo I) do item 2.2.2, sendo que a SED/SC teria até fevereiro de 2009
para chamar todos os candidatos aprovados, o que não ocorreu em inúmeros
casos.
Da mesma forma, o Edital n.
012/2005 (Assistentes de Educação e Assistentes Técnicos Pedagógicos)
previa a existência de vagas, conforme o Quadro de Vagas (Anexo II e III E) do
item 2.5, sendo que SED/SC teria até agosto de 2009 para chamar todos os
candidatos aprovados, o que também não ocorreu em inúmeros
casos.
Portanto, todos os candidatos aprovados nos referidos concursos públicos,
desde que dentro do número de vagas para o cargo escolhido, na respectiva
GERED, têm direito a pleitear suas nomeações, o que passa a ser pleiteado na
presente Ação Coletiva proposta pelo SINTE/SC. Neste processo há pedido de
medida liminar, que em breve será analisada pelo juiz.
Por fim, reiteramos que uma categoria forte é construída por meio da luta
na defesa de seus direitos! E a Assessoria Jurídica do SINTE procura estar
sempre firme e atuante no amparo jurídico da categoria nessa luta. Com votos de
consideração e apreço, permanecemos.
ALVETE PASIN
BEDIN
COORDENADORA
ESTADUAL
ALDOIR JOSÉ
KRAEMER
SECRETÁRIO DE ASSUNTOS JURÍDICOS
E TRABALHISTAS
JOSÉ SÉRGIO DA SILVA CRISTÓVAM
CRISTÓVAM & PALMEIRA
ADVOGADOS ASSOCIADOS
ASSESSORIA JURÍDICA DO
SINTE/SC
MARCOS ROGÉRIO PALMEIRA
CRISTÓVAM & PALMEIRA
ADVOGADOS ASSOCIADOS
ASSESSORIA JURÍDICA DO
SINTE/SC
Alunos da Escola Nereu Ramos fazem manifestação contra o abandono do ginásio de esportes e pedem reforma
Na última quinta-feira (17/05) alunos e professores da Escola Estadual Nereu Ramos de Itapoá realizaram um grande ato em protesto as péssimas condições em que se encontra o ginásio de esportes da escola, interditado desde o início do ano.
O governo do estado novamente exime-se de sua responsabilidade, prejudicando centenas de alunos que ficam sem local apropriado para a prática das aulas de educação física.
Na última quinta-feira (17/05) alunos e professores da Escola Estadual Nereu Ramos de Itapoá realizaram um grande ato em protesto as péssimas condições em que se encontra o ginásio de esportes da escola, interditado desde o início do ano.
O governo do estado novamente exime-se de sua responsabilidade, prejudicando centenas de alunos que ficam sem local apropriado para a prática das aulas de educação física.
Veja a reportagem (no tempo 02:10 minutos)
CHEGA O 1º DESCONTO NA FOLHA DO MAGISTÉRIO
Apesar dos inúmeros pedidos e
conversas do sindicato nas reuniões com o Governo, o mesmo decidiu descontar as
faltas da greve na folha de pagamento do magistério já no mês de maio. O SINTE
afirma que, no início das negociações essa não era a fala do Secretário Eduardo
Deschamps. Logo após a suspensão da greve, em reunião na secretaria, o mesmo
afirmou que não era de interesse do Governo descontar as faltas, porém, mudou
de ideia e resolveu punir os grevistas. Ele disse ainda, que o calendário de
reposição ficaria decidido a partir de uma reunião com as GEREDs no último dia
17, o que não aconteceu.
Não existe nenhum plano de
reposição por parte do Governo, nem mesmo a liberação para que as escolas façam
seu próprio calendário, mantendo o mínimo de autonomia que deveriam ter. Além
disso, segundo a SED, foram calculadas as faltas em cima de 16 dias de greve
corridos, desses, 11 dias letivos, número questionado pelo SINTE, que afirma
que foram 10 dias letivos. O Governo está contando como falta, até mesmo o dia
01 de maio, feriado do Dia do Trabalhor.
Na mesa de negociações de hoje, o
SINTE entregou ofício ao negociador do Governo, Décio Vargas, como solicitado
pelo mesmo, com o seguinte teor:
Exmo. Sr.
Eduardo Deschamps
Secretário
de Estado da Educação
Nesta
Sr. Secretário
Conforme
discussão realizada na mesa de negociação do dia 16/05/2012 estamos
apresentando as seguintes solicitações:
1.
Que o calendário de reposição das aulas
da última greve seja iniciado imediatamente e de acordo com a realidade de cada
unidade escolar sempre respeitando a autonomia das mesmas.
2.
Que o desconto já realizado no
contracheque do mês de maio seja devolvido já no mês de junho.
3.
Que em respeito ao direito dos alunos e
ao processo pedagógico, se garanta uma semana de recesso no mês de julho,
organizando a reposição nos demais dias.
4.
Que seja mantida a orientação da
Comunicação Interna nº 039/2011 de 14/04/2011 que garante o direito da
participação em Assembleias e demais atividades sindicais, desde que ocorra a
reposição das aulas e conteúdo.
Diante do documento, os
sindicalistas cobraram uma posição formal e por escrita do Governo, com
proposta concreta em relação à reposição. “ Já são 12 dias do final da greve e
não se tem nada de concreto. Precisamos por escrito a posição do Governo. Já
enviamos dois documentos e o Governo nenhum”, destaca o SINTE, que já entregou
dois ofícios ao CONER com as posições e reivindicações da categoria, e reafirmou
que não vai mais aceitar negociar sem a apresentação de proposta por parte do
Governo.
“A gente esperava que hoje viesse
alguma proposta, mesmo que não concordássemos com ela. E porque não se pode
iniciar imediatamente a reposição, já que os professores estão dispostos a
repor? Os alunos tem esse direito. Vocês já deram o desconto do mês de maio,
agora respeitem a autonomia de cada escola para que elaborem seus próprios
calendários. E devolvam o que descontaram da categoria”, ressaltaram os
sindicalistas.
Já que o Governo não trouxe formalmente
nenhuma posição sobre a reposição, reajuste do piso e descompactação da tabela
a executiva do SINTE se reuniu na sede do sindicato, após a mesa de negociações
e definiu alguns encaminhamentos:
1 – Caso o Governo não apresente
proposta/resposta por escrito, ao documento entregue hoje pelo SINTE (acima na
matéria), o sindicato suspenderá sua participação na mesa de negociações e só
retornará após a entrega do mesmo.
2 – Que cada escola elabore seu
calendário de reposição dos dias parados, protocolem junto a escola e GERED e
enviem ao SINTE SC até o dia 30 de maio.
O SINTE exigiu do Governo que,
para a próxima reunião, dia 23, quarta-feira, a entidade receba em mãos,
documento por escrito com a posição do Estado em relação às faltas. E deixou
bem claro, que não poderá haver vinculação nenhuma entre o debate da tabela
salarial e piso, com reposição de aulas e faltas.
No final da reunião, o SINTE
cobrou do Governo uma posição sobre o ocorrido na Escola Visconde de Rio
Branco, na regional de Laguna, conforme já divulgado no blog do SINTE.
Veja a matéria pelo link: http://sinte-sc.blogspot.com.br/2012/05/diretor-chama-policia-para-acabar-com.html.
ASSESSORIA IMPRENSA SINTE – SC
9178-9026
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Reunião SINTE e CONER do dia 16 de maio.
Leia o relatório feito pelo Professor Vieira que participou da reunião.
Os
representantes do SINTE/SC/SC reafirmaram o pedido de não desconto dos
dias
parados da greve e o direito em fazerem a reposição respeitando a
autonomia das
escolas, garantindo no mínimo uma semana de recesso em julho aos
trabalhadores.O governo reafirmou que o desconto será feito de forma
parcelada, a princípio em 3 (três) vezes, que é uma posição de governo e
o
primeiro será feito na folha de maio, num total de 16 (dezesseis) dias.
Esse parcelamento poderá ser interrompido de acordo com o andamento do processo da mesa de negociação, que esta incluído no pacote. Segundo Décio, o pagamento será feito imediatamente após a reposição. Os representantes do SINTE/SC/SC são contrários ao desconto, mas se o governo não acatar a proposta do não desconto, este não poderá ser feito sobre o total de dias parados e sim dos dias letivos que são 11 (onze).
Esse parcelamento poderá ser interrompido de acordo com o andamento do processo da mesa de negociação, que esta incluído no pacote. Segundo Décio, o pagamento será feito imediatamente após a reposição. Os representantes do SINTE/SC/SC são contrários ao desconto, mas se o governo não acatar a proposta do não desconto, este não poderá ser feito sobre o total de dias parados e sim dos dias letivos que são 11 (onze).
Mais uma vez, Décio ficou de levar essa discussão ao governo e também trazer para os próximos encontros os
critérios do desconto e a forma que o governo pensa, que deva ser feito essa
reposição, pois ainda não estão definidos. Num segundo momento foi apresentado
para os representantes do SINTE/SC/SC a discussão sobre a tabela. Segundo o
governo se manteria a estrutura apresentada de 6 (seis) níveis e 10 (dez)
referências, os percentuais de 4% em janeiro/12 e 4% em maio/12 serão
calculados sobre a base da tabela de maio/11.
Em relação à tabela de maio/11 e
a proposta apresentada houve uma diferenciação maior entre os níveis e um
achatamento em relação às referências. Os representantes do SINTE/SC
reafirmaram que não abrem mão da aplicação do piso na carreira conforme a lei e
a partir daí o governo deveria começar a negociação. Segundo Décio, ele não tem
como apresentar nenhum número ou impacto financeiro no momento, já que na
Secretaria de Administração está sendo rodada a folha de pagamento e não é
possível calcular esses impactos e fazer as simulações.
Diretor chama polícia para acabar com manifesto pacífico dos alunos de escola em Imbituba
ALUNOS DA ESCOLA VISCONDE DE RIO BRANCO PEDEM SOCORRO
Depois de tantos
clamores e apelos para que as coisas não acontecessem desta forma, a
comunidade estudantil da EEB Visconde de Rio Branco foi as ruas para dizer o
quanto estão indignados com a situação da atual nomeação. São ameaças, assédio
e uma verdadiera falta de profissionalismo do diretor, lá, nomeado por agentes
públicos de nossa Regional. Segue abaixo relato dos alunos com fotos do
manifesto hoje realizado na referida Escola. Como se já não bastasse o
uso das forças policiais contra as manifestações dos Professores, agora o
Governo (Diretor é Governo) coloca as forças policiais na Escola Visconde de
Rio Branco.
Rudmar Correia - Coordenador Regional SINTE Laguna
Relato na íntegra dos alunos da EEB Visconde de Rio Branco
No dia 16 de maio de 2012, mas
precisamente no horário de entrada do turno matutino começou a se formar uma
manifestação entre alunos, só alunos, professores não tinham conhecimento do
nosso manifesto, neste manifesto queríamos reivindicar um direito nosso, o de
podermos opinar na escolha da nossa diretoria, mesmo sabendo que no nosso estado
essa escolha é feita através de políticos, outro motivo da nossa revolta.
Mesmo
conscientes disso, achamos que as circunstancias em que ele foi posto no cargo
não foi correta, sabendo que a nossa escola, como outras, estava tumultuada e
ate um pouco fragilizada com a greve de alguns professores e também com a saída
das diretoras. Mas mesmo assim ressaltando que todas as possibilidades de
conversa já haviam sido esgotadas e que nós alunos queremos a solução da situação em nossa escola.
Nós queríamos deixar bem claro que em momento algum estamos contra a
pessoa dele, mas sim com a maneira com que ele foi posto, ate por que todos tem
a consciência de que ele durante um determinado tempo, foi até um “bom”
diretor.
Bom, hoje (16/05) no período da
manhã, foi feito uma manifestação na qual todos tiveram o direito de falar com
a imprensa local, ate o próprio (o diretor), então os alunos do período da tarde também
acharam no direito de se manifestar, então se formou um grupo na frente da
escola, sem baderna e sem a intenção de ofender nem agredir ninguém!
Estávamos todos na frente da
escola, quando ele chegou, e deixou bem claro que iria sim ligar pra alguns
pais, na hora alguns alunos se sentiram ameaçados e voltaram para escola. Um
grupo de mais ou menos 35 alunos ficaram desde o inicio das aulas ate o final,
gritando e tentando conversar com o mesmo, porém não foi possível.
Quando estávamos todos com cartazes
na mão, volto a dizer, cartazes dos quais não tinham absolutamente nada desrespeitando,
nem agredindo ninguém, chega um carro da PM e um da PPT Pelotão Polícia Tática, tudo bem até ai,
por que ninguém estava fazendo nada ilegal e não tínhamos o por que de ficar com
medo, então saíram quatro policias da viatura da PPT com armas calibre 12 com
balas de borracha em
punhos.
Achamos
essa atitude desnecessária e imprópria para
o local, sendo que, no local havia alunos e não bandidos, e resolvemos
comunicar ao conselho tutelar o qual encaminhou a informação até o Major
que comunicou-se
com as viaturas que se retiraram do local. Acrescentando que na parte
da manha, houve a chegada do conselho tutelar, ouviram as duas partes e
procuraram encaminhar o caso ao ministério publico.
Sendo assim relatamos o manifesto como apenas um jeito de mostrarmos
nossa liberdade de expressão e assim sendo achamos desnecessárias as atitudes do
atual diretor com os alunos de uma escola publica estadual.
Muitas fotos das viatura
policiais tiveram que serem deletadas por exigências do comandante das
viaturas.
Por favor Sr. Secretário de
Educação de uma olhadinha em nossa escola, não queremos este tipo de conflito
em nossa escola, nem tão pouco este diretor.
Alunos da escola Visconde de Rio
Branco
Vejam as fotos:
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